Vivemos em um mundo conectado, e isso é inegável. A tecnologia já faz parte do nosso cotidiano das mais variadas formas. E, ao mesmo tempo que ela avança com novos recursos, mais vulnerabilidades aparecem. Uma forma de se prevenir é através do pentest.
Infelizmente, os avanços tecnológicos voltados para facilitar nosso dia a dia vêm acompanhados de avanços nas ameaças. Invasões e ataques hackers no geral tornam-se cada vez mais complexos.
Por isso, entender o caminho que os criminosos cibernéticos traçam para explorar as vulnerabilidades dos sistemas é essencial. Também é muito importante conseguir identificar essas brechas antes delas serem exploradas para que sejam corrigidas.
Esses são alguns pontos que o teste de penetração explora. Neste conteúdo falamos mais sobre o que ele faz, como, seus tipos e mais. Então, continue com a leitura até o final para não restar dúvidas.
O que é pentest?
Pentest, ou Penetration Test, é o nome em inglês para um dos mais importantes testes de segurança. Em português, pode ser chamado de teste de penetração ou teste de intrusão.
De forma direta e resumida, o teste de intrusão é um meio seguro e autorizado onde um profissional explora as vulnerabilidades e brechas nos sistemas das redes e dos computadores de uma empresa.
O teste deve ser aplicado por um profissional qualificado, também conhecido como um “hacker ético”. Isso porque, o teste funciona como um ataque simulado, para que os responsáveis pela segurança consigam ter total conhecimento de como os cibercriminosos atuam.
Importância do pentest
O pentest é crucial para garantir a segurança da informação de uma empresa. Com ele, os responsáveis pela segurança da rede, sistemas e aplicativos de uma organização conseguem ter uma visão realista e prática dos riscos que ela pode enfrentar.
Como o teste de penetração simula uma invasão real, os gestores de segurança conseguem explorar as vulnerabilidades antes que os criminosos cibernéticos as achem. Dessa forma, a empresa consegue entender o caminho feito pelos hackers e ainda corrigir todas as brechas antes de sofrer ataques.
Outro ponto muito importante desse tipo de teste é o fato dele contribuir para que a empresa opere dentro das normas e regulamentações. Como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Tipos de teste de penetração
Existem alguns tipos de pentest. Sendo os mais conhecidos:
- Black box: o teste de “caixa preta” funciona como um ataque real de hacker. Ou seja, é simulado um ataque externo, em que o pentester, como é chamado o profissional que realiza esse teste, não tem nenhuma informação sobre o sistema e sua estruturação;
- White box: já no teste de “caixa branca”, o profissional tem acesso total a todas as informações do sistema, sua estrutura e por vezes ainda tem acesso ao código fonte. Esse teste simula um ataque interno, ou seja, um ataque de alguém que tem conhecimento sobre a empresa e seus sistemas;
- Grey box: a “caixa cinza” é uma combinação dos dois tipos de testes citados acima. Ou seja, o pentester tem acesso a algumas informações sobre a empresa. Essas informações podem ser sobre credenciais ou estrutura. Vai depender dele como elas serão usadas durante o teste.
Vulnerabilidades identificadas com pentest
Diversas vulnerabilidades podem ser identificadas com o teste de penetração. Cada uma delas pode apontar para uma área diferente da segurança do negócio. Por isso, conhecê-las é extremamente importante.
Como, por exemplo, vulnerabilidades de configuração. Algumas configurações inadequadas como permissões indevidas, desativação de recursos de seguranças indevidas ou até mesmo deixar algumas ferramentas abertas sem necessidade podem servir como portas de entrada para agentes maliciosos.
Ferramentas e programas desatualizados ou com bugs são excelentes portas para hackers. Eles exploram as vulnerabilidades causadas por esses softwares e causam estragos ainda maiores para a empresa.
Senhas fracas ou armazenadas de forma desprotegida são uma das formas mais usadas por criminosos cibernéticos para invadir organizações. E o pentest consegue identificar senhas não seguras.
Dados sensíveis podem ficar expostos e vulneráveis com o uso de protocolo de comunicação mal configurado. A falta de criptografia também é muito perigosa para a segurança dos dados.
Evite esses erros
Para que o teste de intrusão seja realmente eficaz existem alguns erros comuns que devem ser evitados. Caso contrário, a segurança da empresa pode ser comprometida.
Testar apenas vulnerabilidades genéricas é um desses erros. Existem empresas, como e-commerce e organizações da área da saúde, que possuem riscos específicos e distintos das demais áreas.
Identificar a falha e corrigi-la sem antes entender o real perigo que ela apresenta. É fundamental entender o real potencial daquela brecha na segurança. O que um criminoso cibernético seria capaz de fazer com ela e como isso impacta a segurança.
Não avaliar o tempo e a capacidade de resposta da equipe de segurança da empresa é outro erro comum. Principalmente se estiver simulando um ataque real. É importante saber como a equipe reagiria nessa situação.
Dois erros bastante comuns que podemos entender como entrelaçados são o fato de algumas empresas não refazerem o teste depois de corrigir as falhas e, por último, mas definitivamente, não menos importante, achar que o teste de penetração é algo que só deve ser realizado uma vez e nunca mais.
Novas ameaças, falhas e brechas podem aparecer a qualquer momento. Por isso, realizar o pentest é algo que deve ser feito constantemente.
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